Lâmpadas de emergência ou lanternas são alternativas às velas.
Também é importante saber como tratar os idosos e evitar o pânico.
Para não passar sufoco quando a luz acabar por muitas horas, é importante tomar algumas iniciativas. Apagões como o desta última terça-feira (10), que atingiu 18 estados do país, não são comuns, porém, faltas de luz pontuais – e demoradas – são mais recorrentes.
Uma das primeiras preocupações é não ficar no escuro. Além das tradicionais velas, é possível encontrar lâmpadas de emergência e lanternas recarregáveis ou que utilizem pilhas. Mais uma opção pode ser a miniluminária de toque, que pode durar no mínimo dez horas acesa. “Essa luminária parece uma bolacha e pode ser colada na parede. A pessoa pode visualizar até oito metros de distância”, diz Robson Zunta, gerente da Sergon Codimel, empresa especializada em materiais elétricos.
A lâmpada de emergência pode ser uma alternativa prática. Isso porque há a opção de deixá-la instalada na casa, sobre alguma porta ou no corredor por exemplo, e, em caso de falta de luz, acenderá automaticamente. O equipamento tem uma bateria interna e precisa ser carregado. A duração pode variar entre duas e até dez horas, dependendo da opção do usuário em usar uma, duas lâmpadas ou os Leds (produto que é alternativa ao uso de lâmpadas). As lanternas, tanto as que usam baterias recarregáveis quanto as abastecidas por pilhas, têm duração de 15 horas.
Fonte: G1

